terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

FC Porto no Football Manager 2017 - Desafio #1: Portogal

O FM 2017 conta já com alguns meses de vida e, como é normal, já todos nós passámos a fase de ir a correr para o jogo para começar um save com o nosso FC Porto. Interessante ao início, mas cada vez menos aliciante à medida que o tempo de jogo vai avançando e os plantéis vão ficando cada vez mais irrealistas. Assim sendo, decidi lançar uma série de desafios para que continuemos a desfrutar do jogo sem termos de jogar com outras equipas que não a do nosso coração.


Desafio #1: Portogal

Este desafio é muito simples: começar um novo save com o FC Porto e contratar apenas jogadores elegíveis para jogarem pela selecção portuguesa. Considera-se que o jogador teve sucesso quando o plantel de Portugal for composto apenas por jogadores portistas. Quantas épocas achas que vais precisar?

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Novo jogo mau, nova vitória


Estoril, Sporting e Vitória de Guimarães. Três exibições sofríveis, para não dizer más, mas que acabaram com vitórias em tons de azul e branco. O FC Porto continua a perseguição a um Benfica que de futebol brilhante também tem muito pouco.

Para a deslocação a Guimarães, Nuno Espírito Santo (NES) deixou Rui Pedro a jogar pela equipa B e chamou Otávio. Mas as verdadeiras surpresas foram reservadas para o onze titular: Herrera em vez de Corona e André André em vez de Óliver. Dispensando o exaustivo enumerar de jogadas ocorridas durante os 90 minutos - até porque estão disponíveis online - prefiro avançar directamente a algumas notas:

NES parece estar a basear a equipa titular não no adversário que vai defrontar, mas sim nas dificuldades sentidas no jogo anterior. Contra o Estoril faltou largura e gente no ataque portista, frente ao Sporting o treinador dos Dragões juntou-se ao movimento #yolo e alinhou em 4-4-2, com dois extremos e dois avançados. Nesse jogo, principalmente na segunda parte, houve dificuldade em controlar o meio-campo e, por coincidência ou não, André André e Herrera apareceram hoje na equipa titular. Se a minha teoria se comprovar, em breve teremos um FC Porto de regresso ao 4-3-3, deixando para trás o actual sistema preferido.

O 4-3-3 foi fundamental nos dois últimos jogos. Foi a esse modelo táctico que NES recorreu nos dois últimos jogos para corrigir problemas que, em parte, foram criados por ele próprio. A única coisa que me preocupa é a mentalidade que o técnico portista tem mostrado: na hora do aperto, a preocupação é sempre em tapar "buracos" e não em tirar bola e iniciativa atacante ao adversário. Ultimamente te corrido bem, mas, se o caminho fosse esse, as ditas equipas pequenas venciam mais vezes.

André Silva tem sentido muitas dificuldades em entrar no jogo nos últimos tempo, mais concretamente nas duas últimas partidas. Se NES estiver sequer a ponderar jogar com apenas um ponta-de-lança, Soares é neste momento a escolha óbvia para a titularidade.

Em destaque continua o trio do costume. Danilo, Felipe e Marcano formam um muro capaz de envergonhar o idealizado por Trump. Se a isto juntarmos um Alex Telles cada vez mais importante na equipa, facilmente se percebe qual a razão para o FC Porto ser a equipa menos batida do campeonato.

Segue-se agora o Tondela, adversário que roubou dois pontos aos Dragões na primeira volta. É importante que, desta vez, a equipa do FC Porto entre em jogo empenhada e sem dúvidas quanto ao valor do adversário. Neste campo o treinador tem uma palavra a dizer, ou não tivesse sido ele o primeiro a menosprezar o Tondela ao trocar vários elementos da equipa titular nesse tal jogo realizado ainda cedo no campeonato.